Resposta curta: O PL 2338/2023 é o projeto de lei que estabelece o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil. Foi aprovado por unanimidade no plenário do Senado Federal em 10 de dezembro de 2024 e, em 2026, tramita na Câmara dos Deputados para votação final. O projeto adota o modelo europeu (AI Act): classifica sistemas de IA por nível de risco (excessivo, alto, baixo/moderado), estabelece direitos dos afetados (transparência, explicação, contestação), cria o Sistema Nacional de Regulação e Governança de IA (SIA) e prevê sanções de até R$ 50 milhões por infração.
O Brasil está prestes a ter sua primeira lei específica sobre Inteligência Artificial. Depois de tramitação de mais de 5 anos, o texto consolidado do PL 2338/2023 foi aprovado no Senado em dezembro/2024 por unanimidade. Agora está na Câmara dos Deputados, ainda sem parecer do relator: a situação atualizada está no rastreador abaixo. Este guia explica tudo o que advogados precisam saber.
A LGPD e o sigilo profissional já valem hoje. No Locus.IA, os autos são indexados na sua máquina e, quando você pergunta aos documentos ou pede uma peça, CPF, CNPJ, RG, OAB, telefone, e-mail e número do processo saem trocados por códigos antes da consulta ao modelo. Como funciona
PL 2338 hoje: situação atual
Quem procura "PL 2338 hoje" quer saber duas coisas: se já virou lei e em que fase está. A resposta não fica num parágrafo escrito à mão, que envelhece: fica no rastreador logo abaixo, montado a partir dos dados abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal — fase da tramitação, relator, dias na Câmara, última movimentação e a data em que os dados foram consultados. A caixa seguinte resume o que a situação significa para o escritório; o rastreador vem logo depois.
Na Câmara, o PL 2338/2023 tramita em regime de prioridade na Comissão Especial presidida pela deputada Luisa Canziani, com relatoria do deputado Aguinaldo Ribeiro. A ficha de tramitação da Câmara registra a situação “Aguardando Parecer” — ou seja, até aqui o parecer do relator não foi formalmente apresentado, apesar de versões terem circulado e de datas de votação terem sido cogitadas e desmarcadas. E não há lei sancionada: o texto segue no Congresso, com pressão política para concluir a votação ainda em 2026 — e possibilidade de novos ajustes de mérito até lá.
O que isso significa na prática: enquanto o Marco Legal não é sancionado, o que já vale — e já pune — são a LGPD, a Resolução CNJ 615/2025 (IA no Judiciário) e o Provimento CNJ 213/2026 (IA em cartórios). Quem adequar a arquitetura de dados agora entra na vigência da futura lei com o dever de casa pronto; quem esperar a sanção vai correr atrás com o mercado inteiro ao mesmo tempo.
Rastreador do PL 2338/2023dados consultados em 01/10/2026
Aguardando parecer do relator
Câmara dos Deputados · Comissão Especial · relator Dep. Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) · regime de prioridade · vai a Plenário
- Aprovado no Senado10/12/2024
- Chega à Câmara17/03/2025
- Comissão Especial e relator20/05/2025
- Parecer na Comissãoem abertoestá aqui
- Plenário da Câmara
- Volta ao Senado, se o texto mudar
- Sanção ou veto
Última movimentação (02/09/2026): mais um projeto entrou no conjunto apensado ao PL 2338 (Apensação da proposição PL 1542/2026 à proposição PL 904/2026).
Fonte: dados abertos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Atualizado a partir das APIs oficiais, sem edição manual.
Apesar do impasse legislativo, a ANPD intensificou sua agenda de fiscalização em 2026 com foco explícito em sistemas de IA e operações de alto risco. Ou seja: a lei pode demorar, mas o risco já é real hoje via LGPD (art. 33 — transferência internacional, art. 39 — DPA obrigatório). Escritórios que usam ChatGPT/Gemini sem contrato adequado já estão expostos a multas de até R$ 50M.
A pergunta correta deixou de ser "quando o PL passa?" e virou "o que eu faço hoje pra não ser o exemplo da próxima fiscalização?". Ver o checklist prático →
De onde veio: uma trajetória de cinco anos
O marco regulatório da IA brasileira levou cinco anos para tomar forma. Começou como o PL 21/2020 na Câmara, evoluiu para o PL 2338/2023 — apresentado pelo senador Rodrigo Pacheco em maio de 2023 — e foi aprovado por unanimidade no plenário do Senado em 10 de dezembro de 2024, sob relatoria do senador Eduardo Gomes (MDB-TO). Hoje, tramita na Câmara dos Deputados. Veja a trajetória completa:
| Data | Marco |
|---|---|
| Fev/2020 | PL 21/2020 apresentado na Câmara |
| Set/2021 | PL 21/2020 aprovado na Câmara |
| 2022 | Comissão de Juristas no Senado analisa texto |
| Mai/2023 | Senador Rodrigo Pacheco apresenta PL 2338/2023 |
| Dez/2023 | CTIA (Comissão Temporária de IA) instalada no Senado |
| Nov/2024 | Relatório final do Senador Eduardo Gomes (MDB-TO) |
| 10/12/2024 | Aprovação unânime no plenário do Senado |
| 2025 | Câmara: Comissão Especial de IA + audiências públicas; relator dep. Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) |
| 2026 | Apensação de outros PLs de IA (a mais recente em 02/09/2026); aguardando parecer do relator — votação sem data |
Quem é o relator
No Senado, o relator foi o senador Eduardo Gomes (MDB-TO), desde a CTIA: consolidou contribuições de mais de 300 especialistas, empresas, academia e sociedade civil em audiências públicas entre 2023-2024, equilibrando inovação e proteção de direitos fundamentais. O texto aprovado em dez/2024 é dele.
Na Câmara, onde o projeto está agora, o relator é o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), designado em maio/2025 na Comissão Especial de IA. Até agora ele não apresentou o parecer — e é justamente esse parecer que destrava (ou trava) a votação. É o gargalo atual da tramitação.
A arquitetura da lei: classificação por risco
O PL 2338/2023 adota um modelo baseado em risco (risk-based approach), inspirado no AI Act europeu: a intensidade da regulação varia conforme o potencial de dano. A lei divide os sistemas de IA em três níveis — risco excessivo (proibidos, como armas autônomas e social scoring), alto risco (permitidos com obrigações severas, como análise de crédito e triagem de RH) e risco baixo (apenas obrigações mínimas de transparência).
Nível 1: risco excessivo (proibidos)
Sistemas banidos no Brasil. Não podem ser desenvolvidos nem comercializados:
- Armas autônomas que tomam decisão letal sem supervisão humana
- Social scoring governamental — classificação de cidadãos pelo Estado
- Técnicas subliminares que explorem vulnerabilidades
- Reconhecimento de emoções em ambiente de trabalho e educacional
- Scraping indiscriminado de imagens faciais em ambientes públicos
Nível 2: alto risco (fortemente regulados)
Sistemas permitidos, mas com obrigações severas:
- Triagem curricular e recrutamento (RH automatizado)
- Análise de crédito e risco financeiro
- Saúde — diagnóstico, triagem, priorização
- Educação — avaliação e classificação de alunos
- Justiça criminal — análise de reincidência, vigilância biométrica
- Serviços públicos essenciais, imigração, veículos autônomos, infraestrutura crítica
Obrigações para sistemas de alto risco:
- Avaliação de impacto algorítmico (AIA) prévia
- Governança robusta — logs, auditorias, testes
- Supervisão humana efetiva sobre decisões
- Transparência — explicar o funcionamento
- Documentação técnica completa disponível para autoridade
- Registro em banco público de sistemas de alto risco
Nível 3: risco baixo ou moderado (obrigações mínimas)
Maior parte das IAs comerciais (chatbots genéricos, recomendação de produtos, assistentes virtuais):
- Transparência básica — usuário deve saber que está interagindo com IA
- Identificação de conteúdo gerado por IA (deepfakes, imagens sintéticas)
- Regras de uso acessíveis
Os direitos dos afetados
O PL 2338/2023 cria um catálogo de direitos para qualquer pessoa afetada por decisão de IA. Esses direitos não existem hoje de forma unificada — são a principal conquista cidadã da lei.
1. Direito à informação prévia
Antes de qualquer interação, a pessoa deve saber: que está interagindo com IA, qual a finalidade, quais dados são coletados, quem é o operador e desenvolvedor.
2. Direito à explicação
Quando uma decisão automatizada afeta a pessoa, ela pode exigir explicação técnica e compreensível sobre critérios usados, dados relevantes e lógica geral do sistema.
3. Direito à revisão humana
Decisões totalmente automatizadas que impactem direitos ou produzam efeitos jurídicos podem ser contestadas perante ser humano qualificado.
4. Direito à não discriminação algorítmica
Proibição de discriminação direta, indireta ou por viés algorítmico com base em raça, gênero, orientação sexual, religião, convicção política, condição socioeconômica ou deficiência.
5. Direito à privacidade e à proteção de dados
Reforço da LGPD: sistemas de IA devem respeitar princípios de finalidade, necessidade, transparência e segurança.
6. Direito à contestação administrativa
Reclamação pode ser feita diretamente à autoridade competente (provavelmente ANPD) — sem necessidade de ação judicial prévia.
Governança: o SIA e o papel da ANPD
O PL 2338/2023 cria o Sistema Nacional de Regulação e Governança de Inteligência Artificial (SIA), uma estrutura distribuída de fiscalização coordenada pela ANPD, com apoio de reguladores setoriais (Banco Central, ANVISA, ANATEL) e do CNRIA. As sanções vão de advertência a multa de até 2% do faturamento (limite de R$ 50 milhões) e suspensão da atividade — com o valor dobrado em caso de reincidência.
Quem fiscaliza
- ANPD — coordenação central
- Reguladores setoriais — Banco Central (finanças), ANVISA (saúde), ANATEL (telecom)
- Órgão colegiado — CNRIA (Conselho Nacional de Regulação de IA)
- Comitê científico e multissetorial — consulta técnica
Sanções previstas
| Nível | Sanção |
|---|---|
| Leve | Advertência + obrigação de adequação |
| Média | Multa simples (até 2% faturamento, limite R$ 50M) |
| Grave | Multa + suspensão parcial da atividade |
| Gravíssima | Proibição de operar + multa máxima |
Reincidência dobra o valor da multa.
O que muda para advogados
O PL 2338/2023 abre cinco frentes de trabalho para a advocacia brasileira: (1) compliance de IA como novo mercado, (2) contencioso sobre discriminação algorítmica e decisões automatizadas, (3) contratos de desenvolvimento e uso de IA, (4) marketing jurídico responsável e (5) o uso interno seguro no escritório. Na prática, escritórios e cartórios já adotam a indexação dos documentos na própria máquina (Edge RAG) — o arquivo não sai — para endereçar de uma vez a nova lei, a LGPD e o Provimento CNJ 213/2026.
1. Compliance de IA como novo mercado
Escritórios precisarão implementar:
- Política interna de uso de IA
- Avaliação de impacto algorítmico (AIA) em projetos críticos
- DPO estendido — muitos DPOs passarão a acumular função de AI Officer
- Treinamento de equipe sobre a nova lei
A adequação ao PL 2338 não é teórica. Cartórios e tabelionatos brasileiros já estão implementando sistemas que indexam os documentos na própria máquina (Edge RAG), mantendo o arquivo dentro do cartório, para endereçar ao mesmo tempo o Marco Legal da IA, a LGPD e o Provimento CNJ 213/2026 — que regula especificamente o uso de IA em serviços notariais. Veja, por exemplo, como foi a implementação prática e o treinamento da Locus.IA no 2º Tabelionato de Notas de Foz do Iguaçu: análise de matrículas com IA local, segurança de dados em cartórios e três vídeos guiados sobre o software em operação real.
2. Contencioso de IA emergente
Litígios esperados:
- Ações de discriminação algorítmica — crédito negado, emprego, saúde
- Contestações de decisões automatizadas
- Danos morais e materiais por uso indevido
- Direito autoral vs IA generativa — zona cinza em consolidação
3. Contratos de desenvolvimento e uso de IA
Novos modelos contratuais exigirão:
- Cláusulas de classificação de risco
- Alocação de responsabilidade civil
- Obrigações de transparência entre partes
- SLAs de performance algorítmica
- Direitos sobre output e treinamento
4. Marketing jurídico responsável
Anúncios de "IA jurídica" precisarão indicar que há IA envolvida, informar supervisão humana e cumprir transparência básica.
5. Uso interno no escritório
Advogados que usam IA (77% do mercado, segundo pesquisa Exame) precisarão:
- Anonimizar dados antes de enviar a IA de nuvem
- Validar outputs (alucinações continuam ilegais como prova)
- Documentar uso para auditoria
- Manter supervisão humana em decisões críticas
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Conexão com outras normas
O PL 2338/2023 não atua sozinho: integra um ecossistema regulatório que já inclui a LGPD (Lei 13.709/2018), a Resolução CNJ 615/2025 (uso de IA no Judiciário), o Marco Civil da Internet e o Código de Defesa do Consumidor — além de decisões recentes do STJ e do STF sobre inteligência artificial. Juntas, essas normas definem hoje como a IA pode ser usada com dados pessoais no Brasil:
- LGPD (Lei 13.709/2018) — proteção de dados
- Resolução CNJ 615/2025 — uso de IA no Judiciário
- Marco Civil da Internet — princípios de rede, liberdade, privacidade
- Código de Defesa do Consumidor — responsabilidade por vícios e defeitos
- Decisões STJ/STF — como a recente HC 1.059.475/SP
Cronograma esperado de 2026-2027
1º Semestre 2026 — o que de fato aconteceu
- Comissão Especial ainda sem parecer do relator (Aguinaldo Ribeiro) — a votação sequer começou
- Câmara apensou outros PLs de IA ao 2338 (o mais recente consta no rastreador acima), ampliando o escopo do debate
- A votação esperada para 2025/início de 2026 seguiu adiada por falta de consenso
2º Semestre 2026 em diante — sem data confirmada
- Parecer do relator na Comissão (pré-requisito de tudo — ainda pendente)
- Votação em plenário da Câmara — sem data definida, depende do parecer
- Como o texto deve sofrer ajustes, tende a voltar ao Senado antes da sanção presidencial e da publicação no DOU
2027
- Vacatio legis de 12-24 meses esperada
- Regulamentação pela ANPD e órgãos setoriais
- Adequação das empresas
O que fazer hoje, sem esperar o PL virar lei
A ANPD já fiscaliza com base na LGPD. Não precisa esperar PL 2338 ser sancionado pra estar exposto. Aqui está o playbook em 3 frentes:
1. Auditoria imediata do seu uso atual de IA
- Liste todas as IAs que sua equipe usa hoje (ChatGPT, Gemini, Claude, Copilot, qualquer outra)
- Identifique se tem DPA assinado em português (termos de uso padrão não contam)
- Verifique se dados de clientes já foram enviados a servidores fora do Brasil
- Documente quem usa, quando, com que tipo de dado
2. Escolha uma IA jurídica adequada à LGPD
Não basta ter DPA — o ideal é arquitetura on-premise (dados nem saem do escritório). Veja os 10 critérios para contratar IA jurídica e compare opções em "Quanto custa uma IA jurídica em 2026?".
3. Crie uma política interna escrita
- Política de uso responsável (~2 páginas)
- Treinamento da equipe (~2h)
- Logs de auditoria de quem usa cada ferramenta
- Revisão trimestral conforme PL 2338 avança
Enquanto o PL 2338 tramita, o risco já existe pela LGPD. O Locus.IA foi desenhado para ele:
- Os autos são indexados na sua máquina; os originais não sobem.
- Ao perguntar aos documentos e na Escrita, os identificadores saem trocados por códigos antes da consulta ao modelo.
- A Oficina de PDF roda inteira no seu computador.
- Cada resposta aponta o arquivo e a página de onde saiu. A revisão continua sua.
Para quem não pode ter tráfego nenhum para fora, há a edição Locus Local Air-Gapped, com o modelo no seu próprio hardware. Planos a partir de R$ 149,90/mês, com garantia de 14 dias. Roda em Windows.
Perguntas frequentes
Recursos oficiais
Senado Federal — PL 2338/2023 (Texto Integral):
senado.leg.br — Tramitação completa, relatórios, votações.
Agência Senado — Notícia da Aprovação:
senado.leg.br/noticias — Cobertura oficial da votação de 10/12/2024.
Câmara dos Deputados — PL 21/2020 (origem):
camara.leg.br — Texto original da Câmara.
AI Act Europeu (Regulamento UE 2024/1689):
eur-lex.europa.eu — Modelo que inspirou o texto brasileiro.
ANPD — Portal Oficial:
gov.br/anpd — Autoridade provável de fiscalização.
Resolução CNJ 615/2025:
atos.cnj.jus.br — Base regulatória atual no Judiciário.
Conclusão: o Brasil entra na era da IA regulada
O PL 2338/2023 não é apenas uma lei técnica. É um marco civilizatório. Ao classificar sistemas de IA por risco, garantir direitos aos afetados e criar governança estruturada, o Brasil se alinha aos países mais avançados em regulação tecnológica.
Para a advocacia, é oportunidade histórica. Nenhuma geração de advogados teve em suas mãos a construção jurídica de uma tecnologia tão transformadora. Os profissionais que se especializarem agora — compliance de IA, litígio algorítmico, direitos dos afetados, contratos de desenvolvimento — vão liderar a próxima década.
Para o mercado de LegalTech, é maturidade. Com marco legal claro, investidores ganham confiança, empresas crescem, concorrência se estabelece em bases éticas.
A lei ainda precisa passar pela Câmara. Pode sofrer emendas. Pode demorar mais um ano. Mas a direção está dada: IA será regulada no Brasil.
O advogado inteligente não espera a lei entrar em vigor para se preparar. Começa agora.
Citação acadêmica independente
A Locus.IA foi citada em artigo científico como ferramenta indicada para trabalho com dados sigilosos à luz do Provimento CNJ nº 213/2026. A citação é de terceiros, sem qualquer relação comercial com a Locus.IA.
MARTINS, Jorge Luiz; SALVETI, Lucas Henrique; SANCHES, Tatiane Mendes; RIZATO JUNIOR, Waldomiro Antonio; GOMES, Luis Eduardo Miani. A utilização da inteligência artificial na elaboração de peças processuais: eficiência, riscos e a necessidade de um workflow jurídico estruturado. Revista Tópicos, 2 ago. 2026. ISSN 2965-6672 (Qualis A2). DOI: 10.70773/revistatopicos/785441672 · Artigo na Revista Tópicos · PDF (menção na p. 20)
O PL ainda não é lei. O sigilo já é.
Transparência, supervisão humana e segurança de dados são o eixo do PL 2338, e já são o que se espera de quem usa IA com dados de cliente. No Locus.IA, a resposta vem com o arquivo e a página de onde saiu, os autos ficam na sua máquina e a peça passa pela sua revisão antes de sair.
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