Resposta curta: antes de qualquer liquidação, confira três amarras da reclamação contra os documentos: (1) datas e períodos (admissão, demissão, cortes da prescrição bienal e quinquenal do art. 7º, XXIX, CF); (2) base salarial × holerites; (3) verbas pedidas × TRCT e recibos. A Conferência de Dados faz os três cruzamentos em minutos, campo a campo, com a origem de cada dado — e a inicial sai do escritório sem flanco documental aberto.

Nada mina uma reclamação como a própria prova: o pedido de horas extras desmentido pelo cartão de ponto que você mesmo juntou, a verba postulada que o TRCT anexado mostra paga, o período que avança sobre a prescrição. A defesa vai procurar exatamente isso — e cada divergência custa credibilidade e sucumbência. A conferência antes do protocolo é a vacina, e leva minutos.

⏱️Amarra 1 — Datas, períodos e os dois relógios da prescrição

Admissão e demissão precisam bater entre inicial, CTPS, contrato e TRCT — qualquer divergência muda o período contratual inteiro. E os dois relógios do art. 7º, XXIX, da CF correm sobre essas datas: a bienal (dois anos da extinção para ajuizar) e a quinquenal (verbas limitadas aos cinco anos anteriores ao ajuizamento). Pedido que avança sobre o período prescrito é flanco aberto — corrija o corte antes que a defesa o faça por você, com sucumbência.

💵Amarra 2 — Base salarial × holerites

O salário da inicial confere com os holerites do período? As variáveis habituais alegadas aparecem documentadas? A base é o multiplicador de tudo — horas extras, reflexos, 13º, férias com terço, FGTS. Uma divergência aqui não é um erro: são vinte, em cascata.

🧾Amarra 3 — Verbas pedidas × TRCT e recibos

Verba postulada que o TRCT anexado mostra quitada esvazia o pedido e mancha o restante da inicial. O batimento marca cada verba com ✅ ❌ ⚠️ ❓ e cita o documento de origem — "consta no arquivo TRCT.pdf" — e a inicial vai a protocolo apenas com o que a prova sustenta.

Como fica o sigilo: a Conferência de Dados opera no Modo Híbrido da Locus.IA — o Locus não recebe nem armazena os documentos, o processamento é zero-retention com DPA, e cada dado do relatório é rastreável ("consta no arquivo X"). Em linha com a Resolução CNJ 615/2025 e o Provimento CNJ 213/2026. Para quem exige mais: o Modo Soberania processa em servidores no Brasil e o Locus Local Air-Gapped roda 100% na sua máquina — a escada de segurança tem o degrau que a sua corregedoria pede.
Papel da ferramenta: o relatório é uma segunda conferência, de apoio — acelera e documenta o trabalho, mas a conferência final e a responsabilidade pelo ato continuam sendo do profissional (escrevente, tabelião, registrador ou advogado). E a IA aqui é proibida de deduzir: o que está ilegível vira "❓ não localizado", nunca um chute.

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